A Orion é
- Pré-pesquisa direcional — um ensaio de decisão calibrado.
- Um ponto de partida rápido e barato para afiar a pesquisa real.
- Composição de painel auditável, batendo com estatística oficial.
A Orion não é
- Pesquisa estatisticamente válida nem prova de acurácia.
- Substituto de pesquisa com participantes humanos.
- Pessoas reais — as personas são sínteses estatísticas.
Limites honestos, ditos abertamente
Simulações sintéticas comprimem a variância, podem
caricaturar subgrupos e tendem à concordância — e ainda
não há validação acadêmica específica para o Brasil. A literatura externa sobre simulação
de opinião com LLMs (estudos de teste-reteste e suas ressalvas) é citada como evidência
externa, nunca como resultado da Orion.
O teste-paralelo Brasil
Um artefato de confiança planejado e em andamento: vamos comparar leituras
da Orion com pesquisa real no Brasil e publicar o resultado — divergências incluídas.
Estamos rodando exatamente essa comparação agora, e vamos publicar. Até lá, não citamos o
teste como evidência existente.
Os dois instrumentos
O debate mostra quais objeções existem (cobertura, direcional). A
reação ponderada estima quanto de uma coorte as sustenta (~% da
coorte, com faixas de incerteza). Cada objeção no relatório carrega sua prevalência
ponderada.
O firewall de contexto, como recurso de confiança
Seu briefing molda o desenho do estudo; ele nunca vira algo que as
personas "acreditam". Isso responde "vocês induzem a resposta?" antes de a pergunta ser
feita.
Rótulos de confiança
Cada perfil traz um indicador de confiança. Distinguimos abertamente a camada
perfilada por LLM (~20 mil, ancorada em texto) da cobertura
calibrada por survey (imputada estatisticamente para o restante) — em vez
de esconder a diferença. Alinhamos ao "20 Questions" da ESOMAR.